Trabalho Poético

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ISBN: 978-972-37-0801-1
Edição/reimpressão: 04-2003
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78029
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Trabalho poético
VLPM | 2014-07-27
“Trabalho poético”, reúne toda a poesia do importante poeta (e prosador) Carlos de Oliveira, obra publicada, pela primeira vez, em 2 volumes, na Livraria Sá da Costa Editora. Nesta edição (2003), reprodu-se a 2.ª edição (1982) da Sá da Costa, tendo sido corrigidos alguns lapsos. Notável, as várias edições desta poesia reunida – da Editorial Caminho (1992) e do Círculo de Leitores (2001), juntando as 3 edições da Sá da Costa (1976, 1982, 1998) e a atual da Assírio & Alvim (2003), algo raro para uma obra de poesia.
Uma abelha na poesia...
N. Ferreira | 2013-10-29
Um outro nome grande do Séc. XX portugues. A poesia de Carlos de Oliveira reunida num unico volume é partir á descoberta de uma poética muito particular que atravessou a noite da ditadura do Estado Novo. A poética de C. Oliveira é uma arma, uma denuncia usando caminhos e subterfugios para contornar o lápis da censura salazarista.

DETALHES DO PRODUTO

Trabalho Poético
ISBN: 978-972-37-0801-1
Edição/reimpressão: 04-2003
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78029
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 210 x 28 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 400
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Carlos de Oliveira nasceu em 1921, em Belém do Pará, filho de pais portugueses emigrados no Brasil. Tinha apenas dois anos quando a família regressou a Portugal. Na cidade que o acolheu, Coimbra, participou no grupo do Novo Cancioneiro, na génese do movimento Neorrealista, de que viria a ser uma das maiores vozes. Colaborou nas revistas Altitude e Seara Nova, e dirigiu durante algum tempo a revista Vértice. Começou a destacar-se com os seus livros de poesia – Mãe Pobre (1945), Micropaisagem (1968), Pastoral (1977), entre outros. O seu trabalho distingue-se pela constante depuração da escrita e pelo questionamento do gesto autoral, levando-o a corrigir e reescrever quase todos os seus trabalhos até ao final da vida: são disso exemplo os seus romances Casa na Duna (1943), Pequenos Burgueses (1948), Uma Abelha na Chuva (1953) ou Finisterra (1978). Faleceu em Lisboa a 1 de julho de 1981.
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